segunda-feira, 26 de julho de 2010

Oficinas de Produção de Texto UNEB

Datas: 20 e 21 de julho de 20010
Local: Colégio Polivalente de Irecê
Foco: Gênero Dissertativo

Tema: Amizade


Textos dissertativos produzidos pelas alunas durante Oficina de Produção de Textos realizada nos dias 20 e 21 de julho de 2010 no Colégio Polivalente de Irecê Bahia, por alunos do 1º ao 3º ano do Ensino Médio, com orientações dos alunos do 2º Semestre de Letras da UNEB, Campus XVI: Ludemberg Dantas, Maria Cluadinei, Milton Cardoso e Taciane Pereira:

Talita de Souza Abade Coelho
(Selecionada como a melhor redação)

video

Agradecemos a todos os alunos e alunas que participaram dessa Ofcicina durante esses dois dias de encontro. Estamos à disposição para ajudar no crescimento de qualquer atividade referente à educação. Todos a favor do conhecimento!!!

sábado, 24 de julho de 2010

Adquirindo Conhecimento da Vida


Texto produzido pelo aluna Isana Bastos dos Santos, durante Oficina de Redação realizada nos dias 12 e 13 de julho de 2010 no Colégio Modelo de Irecê Bahia, com orientações dos alunos do 2º Semestre de Letras da UNEB, Campus XVI: Ailane Dias, Elka Viviana, Jamile Alves, Josafá Alecrim e Malane.

Adquirindo Conhecimento da Vida

1º lugar Isana Bastos dos Santos

Ter conhecimento é algo que não se pode negar, mesmo quando não o perseguimos, infiltra-se em nossa mente onde dificilmente sairá. Ao nascermos observamos atentamente tudo a nossa volta, sem uma real noção do quão importante isso se tornará no futuro, olhamos sempre de forma curiosa tudo que nos é novo, uma palavra estranha, características dos que estão a nossa volta, coisas assim ficam gravadas em nossa mente.

Sem dúvida, a vida é o maior veículo de aprendizagem do ser humano. È enquanto vivemos que tomamos conhecimento de nossas fraquezas e limites, mas é ai aonde encontramos também formas de contornar todos esses infortúnios, pois fomos criados com uma grande capacidade para deixarmos de lado o que impede nosso caminho, é o chamado “jeitinho brasileiro”, que nos mostra um bom exemplo de herança cultural aprendido através dos tempos.

Existem sempre aqueles que se mostram alheios ao motivo de tantas dificuldades e existem também aqueles que enxergam além do está a sua frente e percebem que ali onde antes se tinha perdido toda a motivação, está agora a chance de se mostrar capaz de ir além.

Aprender é o único motivo real pelo qual ainda existimos ou o que seria da humanidade sem tal capacidade? Em que lugar estaríamos, se século atrás nossos ancestrais pré-históricos não tivessem sucumbido a sua total necessidade de sobrevivência e não tivessem descoberto o fogo? Deveríamos nos apegar a esse ponto e ter total certeza de que viver é ir além das barreiras da vida, fazer com que a existência não tenha sido em vão.

Vida: Grande Escola e uma Dádiva Fatal

Texto produzido pelo aluno Douglas Batista, durante Oficina de Redação realizada nos dias 12 e 13 de julho de 2010 no Colégio Modelo de Irecê Bahia, com orientações dos alunos do 2º Semestre de Letras da UNEB, Campus XVI: Ailane Dias, Elka Viviana, Jamile Alves, Josafá Alecrim e Malane.

Vida: Grande Escola e uma Dádiva Fatal
  Douglas Batista

O que seria a vida? Seria uma dádiva fatal de onde não vamos sair vivos, como dizia Renato Russo, um grande poeta do rock nacional? Viver pode ser definido como experiências ou situações que nos farão seguir adiante com uma nova perspectiva.

São com esses fatos, do mais feito tombo a um simples sorriso, que na maioria das vezes, aprendemos a viver. Considera-se então que a vida é uma eterna escola, que com suas dificuldades, vitórias e superações nos ensinam a seguir sempre com a cabeça erguida e os olhos adiante. Mas qual a importância daquilo que aprendemos coma vida, já que no final ninguém sai vivo daqui?

Se essa vida que nos ensina nos tira todo o aprendizado com o passar do tempo, pois todas nossas memórias, lembranças, conhecimentos vão desaparecendo do nosso consciente e se firmando no nosso subconsciente e quando se chega nessa fase é quase impossível reverter a situação. Isto é lamentável para o ser humano e alem do mais a vida nos ensina várias maneiras de driblar catástrofes, doenças, acidentes, mas ainda não nos ensinou a driblar o seu oposto: a morte. Aprendemos e vamos sempre aprender nessa grande escola chamada vida, mas se não fizermos nada para valer a pena tudo isso, a vida perde seu sentido. Enfim vivemos para aprender e aprendemos para conseguir viver.

Ao longo da visa passamos por experiências e situações dos mais diversos tipos e não importa o que seja: sempre saímos com algo proveitoso, porém apenas valerá a pena se repassarmos aos nossos descendentes para que todo nosso conhecimento não seja perdido ou simplesmente se descobrirmos a fórmula para driblarmos a morte, pois assim conseguiremos todo aprendizado possível.